Veja como a cadeia de valor das micros e pequenas empresas pode ser otimizada com os resultados de ações ESG.
A cadeia de valor pode ser uma grande oportunidade para as micro e pequenas empresas desenvolverem estratégias de sustentabilidade e de ESG em seus negócios. Cada vez mais, as grandes empresas exigem que seus fornecedores adotem práticas sociais, ambientais e de governança, pilares da agenda ESG.
A sustentabilidade já não é uma tendência, mas uma realidade. Pesquisas mostram que 74% dos consumidores, de 18 a 29 anos, preferem marcas sustentáveis e 60% dos consumidores tendem a ser mais leais às marcas que realizam um programa de reciclagem.
A cadeia de valor passou a ser fundamento de competitividade e inovação para as micro e pequenas empresas. Aquelas que forem capazes de diferenciar-se no mercado, com uma agenda ESG, destacam-se de seus concorrentes, abrindo novas oportunidades de negócios.
Dessa maneira, torna-se necessário tirar as práticas ESG do papel e estipular uma meta, por menor que seja o impacto. Significa ter em mente que ações ESG não são, apenas, para grandes empresas. Além disso, para ser inovador, um negócio precisa gerar e compartilhar valor. Ou seja, só é inovador quem gera impacto positivo na sociedade.
Como a agenda ESG gera valor
Práticas ESG geram valor às empresas, tornando-as, entre outros fatores, mais transparentes. Exemplo disso é a empresa Malwee que, segundo seu CEO, Guilherme Weege, tem buscado inovações ambientalmente responsáveis, como a diminuição de 25% de água na produção de qualquer peça de vestuário e trabalho com o conceito do fio do futuro, que é a matéria-prima feita com roupas descartadas e materiais recicláveis.
Outra empresa que adota práticas ESG com o objetivo de gerar valor à marca e ao negócio é a Natura. De acordo com Denise Hills, diretora global de sustentabilidade, a estratégia da organização está focada na responsabilidade e no impacto que os negócios geram. Assim, sustentabilidade passa a ser uma estratégia corporativa, e os negócios devem buscar resolver questões da sociedade, materializando ações em produtos e serviços.
É possível verificar ações da Natura que servem de exemplos de práticas ESG, como: definição de metas 100% carbono zero até 2030, forte ação de inclusão e diversidade, 100% varejo com renda digna, cadeia de valor com total aversão à infração de direitos humanos e 95% de produtos biodegradáveis, reciclados e recicláveis.
Outro fator importante na discussão sobre a potencialização da agenda ESG na cadeia de valor é o trabalho e fortalecimento da rede de fornecedores. É o que tem feito a empresa Raízen, que movimenta cinco mil parceiros, sendo 56% de pequeno porte com mais de mil categorias e com 55 mil itens distintos. Nesse sentido, a Raízen implementou uma forte agenda na área de suprimentos, contribuindo para que a rede de fornecedores consiga aperfeiçoar seus processos internos.
Parcerias com o Sebrae também permitem criar cadeias de valor, estimulando as relações de parceria que promovem a sustentabilidade, trazendo soluções para a sociedade. O Fórum Encadear 2022, promovido pelo Sebrae, em agosto, teve como objetivo contribuir para melhorar a competitividade, a sustentabilidade, a inovação entre os pequenos negócios inseridos ou com potencial inserção nas cadeias de valor de grandes empresas.
Confira o painel Potencialize resultados com práticas ESG na cadeia de valor.
Para saber mais, leia os textos a seguir:
ESG: o que é e qual é a importância? Saiba aqui!
ESG possibilita rentabilidade para pequenos negócios inovadores
O Sebrae desenvolveu uma ferramenta para que as empresas pudessem avaliar seu desempenho e identificar os pontos de melhoria na aplicação das melhores práticas relacionadas às diretrizes de ESG, buscando assim potencializar o seu impacto positivo na sociedade e no meio ambiente. O teste é online, gratuito e super rápido. Você só precisa ter um cadastro (Conta Sebrae) com o CNPJ da sua empresa vinculado a ele.
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Como alinhar competitividade e sustentabilidade
A sustentabilidade será cada vez mais um diferencial para as empresas, independente do seu porte. A competitividade e a sustentabilidade devem caminhar juntas. Ou seja, quem quer ter um diferencial competitivo precisa ter um modelo de negócios sustentável. E qual é a consequência disso para as micros e pequenas empresas? A resposta é simples: Elas precisam adotar uma postura sustentável e práticas de responsabilidade social, ambiental e de governança. Caso não façam isso, correm o risco de perder oportunidades e ter dificuldades financeiras. No evento promovido pelo Sebrae, Fórum Encadear 2022, o alinhamento entre competitividade e sustentabilidade foi tema de discussão. O fórum teve como objetivo contribuir para melhorar a competitividade, a sustentabilidade e a inovação entre os pequenos negócios. Quando se fala em competitividade em uma agenda de sustentabilidade, não basta neutralizar os efeitos negativos e ter medidas de direcionamento para a sustentabilidade. É preciso inovar, trabalhar com esforço e assumir riscos. O papel dos pequenos e médios fornecedores torna-se essencial. Isso porque é preciso criar uma agenda positiva para que a conduta seja padronizada. O Sebrae atua em parceria com Intercement, desenvolvendo um programa de qualidade e certificação de empresas. É um trabalho de encadeamento produtivo desenvolvido com onze cooperativas associadas e 72. 885 cooperados, sendo 80% pequenos proprietários rurais. O Programa Conexões para Inovação, outra parceria do Sebrae com a Petrobras, atua junto a pequenos empreendedores e startups. Nesse projeto, empresas de tecnologia podem elaborar e testar tecnologias a partir de um fornecimento de valor para todo ecossistema. Geralmente, os projetos de encadeamento produtivo têm como foco a gestão da qualidade, gestão financeira e a sustentabilidade. Quanto à qualidade, busca-se consumir e produzir de forma sustentável e, ao mesmo tempo, ter um aumento de produtividade e de faturamento. Na parte da sustentabilidade, além de produtos com materiais sustentáveis, as pessoas são vistas e consideradas como tesouros dentro das empresas. Sustentabilidade como estratégia A sustentabilidade deve fazer parte do modelo de negócios da empresa e não ser, apenas, uma ação pontual ou específica. Ela deve ser a própria estratégia para gerar resultados mais consistentes. Assim, é possível destacar pontos fundamentais para uma estratégia de sustentabilidade, que podem criar uma vantagem competitiva para as microempresas: Transparência: para ser competitivo, não basta falar que é sustentável. É preciso mostrar com ações práticas e sistematizar os resultados em relatórios. A transparência é fundamental e todas as partes interessadas do negócio devem ter acesso a essas informações. Inovação: sustentabilidade exige inovação e criatividade, aspectos comuns às micro e pequenas empresas. A agenda ESG pode gerar desenvolvimento de estratégias inovadoras e criativas, que não exigem tanto investimento. Ser competitivo é ter diferencial. Por isso, analise o seu setor e avalie o que pode ser feito em seu negócio para gerar inovação. Planejamento: pequenas ações podem gerar grandes impactos. O importante é iniciar, planejando ações que fazem sentido para a empresa e que possam ser levadas adiante, de acordo com sua realidade. Parcerias: a parceria com grandes empresas pode gerar grandes benefícios para as micro e pequenas empresas. É importante desenvolver ações de ESG que tenham objetivos sociais, tanto com colaboradores quanto com comunidades, bem como, aspectos ambientais e de governança. Essas questões são analisadas por grandes corporações para formalização de contratos e parcerias. Percebe-se que a sustentabilidade deve ser priorizada nas empresas para ser um diferencial competitivo. Um modelo de negócios sustentável potencializa seus resultados, além de colaborar com o meio ambiente e a sociedade. Assista a discussão do Fórum Encadear | Conexões como Valor. Para saber mais, leia os textos a seguir: ESG: o que é e qual é a importância? Saiba aqui! ESG possibilita rentabilidade para pequenos negócios inovadores
Sat May 23 00:02:40 BRT 2026
Conheça as normas de serviços de design da ABNT
No Brasil, existem duas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) sobre serviços de design. Elas nada mais são do que definições tanto de termos quanto a aplicação de boas práticas utilizadas no setor. Destinam-se a incentivar, organizar e a informar o mercado ocupado por designers, empresas, prestadores de serviços, clientes e organizações envolvidas com as diversas áreas do design. Ao utilizar-se dessas definições e práticas, o empreendedor pode garantir mais qualidade e homogeneidade aos processos de contratação, execução e entrega de serviços desse segmento, o que contribui para o desenvolvimento do mercado de design e garantia de qualidade do serviço de sua empresa. A principal função das normas é esclarecer aos players do mercado que o design é um processo. Na prática do micro e pequeno negócio, o entendimento unificado dos termos utilizados em design torna mais fluido, por exemplo, o processo de contratação e execução desse tipo de serviço. Organização do mercado Mas, talvez, a principal função das normas seja esclarecer aos players do mercado que o design é um processo. Elas demonstram que um bom resultado em um projeto de design depende do cumprimento de uma série de etapas. A primeira etapa inicia-se na demanda, na qual ocorre a definição de um briefing e termina na contratação do serviço; Depois, vem a etapa de exploração e identificação do problema; Com base no problema, se avança para a etapa de criação e desenvolvimento da solução; Uma vez desenvolvida a solução, atingimos a fase de implementação e execução; Por fim, a fase de encerramento, quando as normas sugerem uma entrega da documentação ao cliente e um pós-venda. Ao utilizar-se das normas, o empreendedor também está aceitando e seguindo uma padronização dos serviços, entregas e expectativas dos clientes. O momento da criação das normas da ABNT do design foi o único em que profissionais e estudiosos do tema, incluindo o Sebrae, reuniram-se no país, com aval e reconhecimento da ABNT, em prol da normalização tanto de termos quanto de boas práticas. Diversos países já usam e mensuram a aplicação das normas de design e alcançaram resultados positivos e avanços para o setor, tais como Grã-Bretanha, Canadá, Estados Unidos, Austrália e Alemanha. As normas O que dizem as normas para os serviços de design no Brasil? Serviços de design – Diretrizes para boas práticas (ABNT NBR 16585): Essa norma apresenta as boas práticas e diretrizes para prestação de serviços de design. Tais práticas colaboram de modo decisivo para o resultado final da prestação do serviço, promovendo a redução de erros e inconsistências, aumentando sua assertividade e melhorando a organização das informações, contribuindo, assim, para o seu sucesso. Elas podem ser implementadas por designers, empresas de design, prestadores de serviços, clientes e organizações envolvidas com as diversas áreas do design. Serviços de design – Terminologias (ABNT NBR 16516): Essa norma explica e define os termos específicos utilizados nos serviços do setor. O objetivo é incentivar o uso de uma linguagem uniforme, para promover um entendimento unificado dentro desse segmento de serviço. A ideia é que ela seja adotada por pessoas e organizações (empresas, instituições e governos) envolvidas com serviços de design, bem como por desenvolvedores de normas, guias, procedimentos e nos documentos normativos relativos às atividades de serviços de design. Saiba mais Além das normas de design, existem várias outras normas da ABNT disponíveis que podem auxiliar os empresários a tornar seu empreendimento sustentável, o que é um diferencial competitivo para os pequenos negócios. Conheça as áreas de Design contempladas pelo Sebraetec. Design de conteúdo é fundamental para o seu negócio.
Sat May 23 00:02:33 BRT 2026
Você quer aprender mais sobre ESG?
A adoção de boas-práticas de sustentabilidade, governança e relações sociais pelas empresas veio para ficar. O termo ESG (Ambiental, Social e Governança) está sendo cada vez mais discutido e trabalhado no ambiente de negócios como um fator de competitividade e sobrevivência no mercado. Por isso, trouxemos algumas dicas e sugestões de cursos e capacitações para que você possa ter maior conhecimento sobre as práticas ESG e, com isso, dar início a uma agenda ESG na sua empresa. E o melhor: alguns cursos são gratuitos, e você nem precisa sair de casa! Aproveite! Cursos ESG gratuitos Confira a lista de cursos gratuitos e on-line que abordam a temática ESG: Curso de Introdução ao ESG: A Civics, primeira edtech Social do Brasil, oferece um curso introdutório e prático sobre ESG. As aulas são ministradas por Fábio Alperowitch, CEO da Fama Investimentos, um dos primeiros investidores a trabalhar o tema no país. ESG: um novo jeito de investir: B3, em parceria com a XP e a BlackRock, ensina investidores e interessados no conceito e práticas sobre ESG. São seis módulos, integrados em 18 conteúdos com infográficos, vídeo-aulas e textos para estudar de acordo com a sua disponibilidade. ESG, o que todo profissional deve saber: Instituto Brasileiro de Sustentabilidade (INBS) oferece curso com certificado válido em todo país. São abordados temas como a história, o surgimento e os três pilares ESG (Ambiental, Social e Governança), além de práticas ESG, desempenho e benefícios. Jornada Executivo de Impacto: Semana de conteúdos gratuitos ESG com foco nas habilidades necessárias para profissionais se aperfeiçoarem na temática. Essa jornada é aberta periodicamente pela Exame Academy. Você também pode assinar a Newsletter Exame ESG e receber as principais tendências ESG. Micro Cursos Gratuitos com Certificação sobre ESG: A Unieducar oferece vários conteúdos e cursos sobre ESG. Existem opções gratuitas e pagas com preços acessíveis. Formação profissional Também existem instituições renomadas de formação profissional que ofertam cursos pagos sobre ESG em seu portfólio. Veja abaixo: ESG da Teoria à Prática: Lidando com a Complexidade – A Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade (ESCAS) e o Instituto Ipê ofertam um curso de 56 horas em formato on-line de síncrono. Gestão em Sustentabilidade e ESG – Esse curso é on-line e possui 70 horas. Ele é oferecido pela Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, em parceria com a Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ). Exame Academy – Oferece vários cursos ESG e MBA, com carga horária de 70 horas. Todos on-line. PUC SP – Tem um curso chamado ESG e Impacto Social das Práticas Corporativas. O curso é on-line, síncrono e tem 20h. ESALQ/USP – Traz o curso ESG & Gestão- Potencializando resultados do negócio, EAD, com 48h e on-line. IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) – Apresenta o curso ESG: como repensar e inovar os negócios em um mundo em transformação, com 30h e on-line. FIA (Fundação Instituto Administração) – Possui o curso Stakeholders e ESG, em formato on-line e com 76h. Vale lembrar que essas e outras instituições também possuem cursos de especialização e mestrado nas áreas de gestão ambiental e sustentabilidade, que incluem o tema ESG no currículo. Assim, se você quiser se aprofundar mais sobre o tema, busque informações e contatos nos sites das instituições de educação e veja se atende ao seu perfil e às suas demandas profissionais. Não se esqueça, se você quer implantar ou iniciar uma agenda ESG na sua empresa, o primeiro passo é estudar mais sobre o tema e verificar como aplicá-lo à realidade do seu negócio. Para saber mais, leia os textos a seguir: ESG: o que é e qual é a importância? Saiba aqui! ESG possibilita rentabilidade para pequenos negócios inovadores
Sat May 23 00:02:29 BRT 2026
Como empresas com agenda ESG contribuem para a transformação social?
Como gestores e líderes podem estabelecer um equilíbrio entre as necessidades das pessoas, do planeta e da lucratividade das empresas? Essa é uma questão atual e que está no radar de muitas organizações. Empresas responsáveis pelas suas ações e impactos são aquelas que se conectam com as necessidades e as questões sociais. Elas geram valor e relacionamento duradouro com consumidores cada vez mais exigentes e com o mercado em geral. Nesse contexto, a agenda de ESG (práticas ambientais, sociais e de governança) deve ser fundamento de uma empresa responsável e preocupada com os desafios da sociedade global. O painel “Como construir o futuro e sustentar a transformação + 50?”, do Fórum Encadear 2022, que teve como objetivo contribuir para melhorar a competitividade, a sustentabilidade e a inovação entre os pequenos negócios analisou essa questão com a presença de vários representantes de empresas que são destaques em uma agenda responsável empresarial. Com relação aos pequenos negócios, que fazem parte da cadeia de fornecimento de várias empresas de grande porte, é importante observar alguns pontos para adoção de uma estratégia de sustentabilidade e ESG em suas iniciativas: Uma boa política de ESG deve estar integrada à cultura e a estratégia de negócio das micros e pequenas empresas. Ações pontuais e sem planejamento não geram capacidade de desenvolvimento para a empresa, nem engajam colaboradores e parceiros. Nesse ecossistema de fornecedores das grandes empresas, torna-se fundamental fazer a gestão da informação, do espaço do negócio e do mercado. Por meio de métricas e relatórios, as empresas têm que mostrar sua evolução. Importante gerar valor para os seus públicos. Assim, conversar e escutar as necessidades e expectativas de seus fornecedores e clientes é fundamental para avaliar ações diferenciais que podem potencializar o seu negócio. Buscar a profissionalização da gestão é essencial para adoção de qualquer estratégia ESG. Assim, diminuir gargalos e melhorar processos gerenciais ajuda na adoção de uma agenda ESG. Começar com resoluções específicas, que são importantes para a micro e pequena empresa, pode oportunizar uma agenda de desenvolvimento na empresa. A política de ESG das grandes empresas tem como foco a relação com os seus fornecedores dos quais vários micro e pequenos empreendedores fazem parte. Importante atentar-se com o uso da tecnologia para a gestão e a produtividade da microempresa, oportunizando novos negócios. Sua empresa está preparada para uma agenda ESG? É uma agenda complexa que só pode ser encarada com inovação e tecnologia. Importante focar no nicho de mercado e em um problema específico para abrir uma oportunidade de desenvolvimento. Assista na íntegra o painel Como construir o futuro e sustentar a transformação + 50? do Fórum Encadear 2022, do Sebrae. Para saber mais, leia os textos a seguir: ESG: o que é e qual é a importância? Saiba aqui! ESG possibilita rentabilidade para pequenos negócios inovadores
Sat May 23 00:02:02 BRT 2026
Entenda o que são as práticas de ESG
ESG é a sigla, em inglês, para Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança). De modo geral, o ESG mostra o quanto um negócio está buscando maneiras de minimizar os seus impactos no meio ambiente, de construir um mundo mais justo e responsável e de manter os melhores processos de administração. O termo ESG surgiu pela primeira vez em um relatório de 2004, da Organização das Nações Unidas (ONU), chamado Who Cares Wins (Ganha quem se importa). A sigla ESG une três preocupações que as empresas devem ter: Environmental ou Ambiental Refere-se a práticas e princípios adotados na empresa para a conservação do meio ambiente. Entre as práticas ambientais, podemos citar: Busca por alternativas sustentáveis para a redução do impacto no meio ambiente; Redução na emissão de poluentes; Boas práticas com embalagens, geração, cuidado e descarte de plásticos e outros materiais; Gerenciamento correto do descarte de lixo. Social Diz respeito à relação que a empresa tem com as pessoas do seu entorno. Podemos destacar algumas práticas sociais: Aderência aos direitos trabalhistas; Valorização da saúde e segurança no ambiente de trabalho; Apoio à diversidade e inclusão; Posicionamento da empresa em causas e projetos sociais; Atuação com a comunidade. Governance ou Governança É a forma como a empresa realiza a gestão dos seus processos, com foco na transparência. Abaixo, algumas práticas de governança: Adoção de políticas para o controle dos processos; Comportamento e política institucional relacionados às práticas anticorrupção, lavagem de dinheiro e trabalho escravo, por exemplo; Transparência na política de remuneração dos diretores; Valores, postura moral e ética nos negócios; Valorização da prestação de contas e da responsabilidade corporativa; Veracidade das informações de produtos e processos da empresa.
Sat May 16 00:01:54 BRT 2026
Como conseguir apoio para desenvolver seu projeto de inovação
Micro e pequenas empresas (MPE), microempreendedores individuais (MEI) e startups de base tecnológica têm agora uma nova forma de apoio tecnológico e financeiro para avançar seus projetos de inovação com aplicação industrial ou em TIC. O contrato entre o Sebrae e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) é uma grande oportunidade para aumentar a competitividade e se diferenciar no mercado. O que é a iniciativa? O contrato entre o Sebrae e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) tem o objetivo de dar aos pequenos negócios acesso à infraestrutura e a conhecimentos científicos e tecnológicos das unidades da Embrapii. Assim, a iniciativa amplia o limite de recursos não reembolsáveis para o desenvolvimento de projetos de inovação industrial. Além da Embrapii, o Sebrae também aporta recursos financeiros, ainda que sejam considerados como parte da contrapartida da empresa, diminuindo o valor do investimento de que ela precisaria dispor. Com apoio do Sebrae, os custos das empresas no projeto podem diminuir em até 70%, e esse aporte de recurso não está vinculado a quaisquer exigências quanto à sua participação na Propriedade Intelectual (PI) dos projetos. Além disso, o valor aportado pelo Sebrae deve contar a favor das MPE envolvidas no projeto nas discussões de PI com os demais partícipes do projeto apoiado. Vantagens: Conjunto de instituições e equipes de profissionais de excelência à disposição em todas as etapas do projeto. Modelo de cooperação para desenvolvimento de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), de maneira ágil e flexível. Fluxo contínuo de recursos para o desenvolvimento de projetos (não é preciso esperar abertura de edital). Possibilidade de continuidade do projeto, com aumento da complexidade. Redução dos custos e riscos envolvidos no desenvolvimento de projetos de inovação. Possibilidade de grupos de empresas executarem um projeto de inovação de interesse comum, reduzindo os custos individuais para cada partícipe no projeto.
Wed Mar 04 14:50:22 BRT 2026
Automação comercial em panificadoras e confeitarias
Num mercado amplamente competitivo, a velocidade das decisões é crucial para conquistar espaço e fortalecer uma empresa. O futuro dos negócios no setor de panificação e confeitaria dependerá basicamente da capacidade de administrar as informações nas empresas. E para que isso aconteça será necessário um investimento em automação comercial. A utilização de um banco de dados pode gerar indicadores importantes para criar ou mudar a estratégia de uma empresa. As informações bem monitoradas podem levar a decisões mais corretas, rápidas e precisas dentro do ambiente da padaria e confeitaria. Consequentemente, os retornos financeiro e estrutural também podem ser melhores. A aplicação da Tecnologia da Informação A primeira etapa é criar os cadastros de funcionários, departamentos e produtos. Um cadastro bem feito vai refletir positivamente na emissão dos relatórios e nas consultas. Em seguida, deve-se iniciar a automação da frente de loja, que não é apenas instalar um computador. Itens como Transferência Eletrônica de Fundos (TEF), Emissor de Cupom Fiscal (ECF), nobreak, gaveta, rede, balança, devem ser projetados adequadamente para cada empresa, para cada check-out. O caixa informatizado poderá munir a administração da empresa com informações valiosíssimas. Ou seja, não basta apenas emitir cupom fiscal. A automação envolve controle eficaz dos estoques, reposição em tempo real das mercadorias, redução de custos, aumento de produtividade e acesso amplo a informações estratégicas para o negócio. O básico para a informatização de uma padaria em seu início de operação, são os seguintes equipamentos: Escritório: microcomputador e impressora. Caixa (check-out): microcomputador, balança eletrônica, gaveta de dinheiro, impressora fiscal, leitor de código de barras, nobreak, Pin-Pad – TEF. Delivery: microcomputador e impressoras. Loja: balança com impressão de código de barras. Acesse a íntegra do documento.
Mon Mar 02 17:11:30 BRT 2026
Saiba como a inteligência artificial vai impactar os negócios
Previsões para o futuro da inteligência artificial (IA) indicam que ela terá um impacto grande sobre diferentes setores, como saúde, varejo, finanças, entre outros. Esse impacto é chamado de transformação digital, que pode ser definida como um processo de aplicação de tecnologia digital em todas as áreas de uma empresa, incluindo operações, produtos e serviços, capaz de levar a uma melhoria na eficiência, produtividade e satisfação do cliente. Entre as tendências atuais na transformação digital, hoje, destacam-se a automação, a inteligência artificial, a internet das coisas (IoT, a partir da sigla em inglês), a realidade virtual e aumentada e o blockchain. Essas inovações estão mudando a maneira como as empresas fazem negócios. Mas o impacto da transformação digital não se restringe ao mundo dos negócios. Ela também afeta a sociedade como um todo, incluindo o mercado de trabalho, a economia global, o meio ambiente e outras questões sociais, como a difusão de preconceitos pelas redes sociais e tendências de comportamento. Isso tudo levanta preocupações éticas relacionadas à transformação digital e à maneira como as empresas devem atuar diante disso. Entre as preocupações, estão questões ligadas a privacidade e segurança de dados, pois a falta de segurança também pode resultar em vazamentos de informações pessoais e financeiras. Também há um temor generalizado de que possa haver eliminação de empregos, o que deixaria muitas pessoas sem renda, e de que a dependência da tecnologia possa afetar a capacidade das pessoas de se comunicar, interagir e realizar tarefas básicas sem dispositivos eletrônicos. Outro ponto que merece atenção é que a IA pode tornar corriqueiras as tentativas de manipulação de opinião e desinformação, pois é possível clonar as vozes das pessoas e produzir fotografias falsas, por exemplo. Mas, com o mundo em rápida transformação, também pode-se identificar oportunidades que podem ser positivas para as empresas. É um campo fértil para o surgimento de startups, empresas que trabalham com inovação, e também para a melhoria de processos com maior economia e eficiência para as empresas tradicionais. Estas não devem dispensar cuidados com a segurança cibernética e a privacidade dos dados durante o processo de transformação digital. O futuro da transformação digital Para agarrar as oportunidades, você precisa acompanhar o que há de novo. Só assim poderá saber como tirar proveito dessas mudanças. Entre as novidades que devem impactar a vida de todos no futuro próximo, destacamos: Aumento da automação e robótica, que deve se expandir para além da indústria de manufatura, chegando em setores como saúde, serviços financeiros, varejo e transporte; Internet das Coisas (IoT) continuará a crescer, permitindo a comunicação entre dispositivos e coleta de dados em tempo real, além de criar novas oportunidades de negócios; Inteligência Artificial (IA) e aprendizado de máquina devem evoluir rapidamente, resultando em soluções mais sofisticadas e eficientes em várias áreas, como saúde, finanças e automação industrial; e se subdividir em vários tipos de abordagem: IA explicável: tecnologia que permite que sistemas de inteligência artificial possam explicar como chegaram à determinada decisão ou conclusão. Isso é especialmente importante em áreas críticas, como a medicina e a segurança; IA federada: abordagem para uso de dados sensíveis em que os modelos de inteligência artificial são distribuídos em diferentes locais e os dados não saem do local onde estão armazenados; IA responsável: abordagem que visa garantir que as soluções de inteligência artificial sejam desenvolvidas e usadas de forma ética e responsável, considerando privacidade, segurança e transparência; IA de ponta (edge AI): abordagem que permite a execução de modelos de inteligência artificial em smartphones e dispositivos IoT. Isso permite a realização de inferência de dados em tempo real, sem a necessidade de enviar os dados para um servidor remoto para processamento. 5G e conectividade móvel são tecnologias que vão melhorar a velocidade e a confiabilidade das conexões de internet, permitindo a expansão de novas aplicações e serviços digitais; Realidade Virtual e Aumentada (VR/AR) serão cada vez mais utilizadas para proporcionar experiências imersivas em diversos setores, como jogos, turismo e educação; Computação em nuvem deve crescer de modo a permitir que as empresas acessem recursos tecnológicos de forma mais flexível e econômica; Blockchain deve se expandir e ganhar novas aplicações em áreas como finanças, saúde e supply chain. Prepare-se para o futuro Não há como se isolar da transformação digital. Então, a melhor estratégia é se preparar para navegar por esses mares, conhecendo as novidades para verificar como elas podem ser úteis à sua empresa. Hoje, já existem modelos de IA que vêm prontos para uso, continuam aprendendo ao longo do tempo e se tornam personalizados para as operações de cada empresa, incorporando continuamente o feedback. Um exemplo de auxíxilio de IA que já acontece: melhora da esperiência do cliente com automatização do atendimento. Uma ferramenta de IA pode direcionar o cliente a se autoatender, buscando a solução conforme a sua necessidade através de um mecanismo de perguntas e respostas. O Sebrae dispõe de toda uma estrutura para apoiar empreendedores que desejam orientação para acompanhar as transformações digitais do mundo de hoje. O empresário também pode encontrar informações sobre como a transformação digital está ao seu alcance no portal do Sebrae, ou procurar a agência de seu estado. Saiba mais: A indústria 4.0 e suas tecnologias Entenda a diferença entre inovação e transformação digital
Sat Dec 06 00:01:46 BRT 2025
E-book: Tecnologia e transformação digital para negócios de beleza
A influência da tecnologia e da inovação no setor da beleza é indiscutível. O uso de tecnologias como inteligência artificial, realidade aumentada e metaverso já é uma realidade no setor. Experiências de sucesso de grandes marcas de beleza no mundo virtual mostram que o futuro já começou. Por isso, entender o comportamento do consumidor digital é essencial para competir neste mercado cada vez mais tecnológico. Neste E-book, você, empreendedor do setor, vai conhecer tudo sobre esse universo e as novas estratégias que estão sendo utilizadas para atrair os clientes e faturar mais. Baixe agora e fique por dentro.
Tue Oct 14 12:29:29 BRT 2025
Saúde mental no Brasil e o impacto para as empresas
Para evitar doenças mentais, as empresas precisam ter ações de proteção à saúde mental e promover um ambiente de trabalho saudável. Milhares de pessoas passam por desequilíbrios emocionais que têm consequências para a qualidade de vida. No Brasil, as doenças mentais estão entre as grandes causas do afastamento de profissionais dos ambientes de trabalho. De acordo com pesquisas, os transtornos psicológicos já são a terceira causa de perícias médicas no INSS, sendo que a depressão ocupa a primeira posição. Outra avaliação, conduzida pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), mostra que mais de quatro em cada 10 brasileiros já tiveram problemas de ansiedade. As estatísticas internacionais também são preocupantes: o estresse relacionado ao trabalho é o segundo problema de saúde mais frequente na Europa. Nas empresas, a saúde mental está relacionada com a lucratividade. Doenças mentais geram um impacto econômico global de cerca de US$ 1 trilhão em perda de produtividade. O The Wall Street Journal informou que as corporações já consideram a saúde mental como uma das causas dessas despesas. Segundo o Instituto Ipsos, 53% dos brasileiros relataram alguma deterioração na saúde mental em 2020. Foi a quinta maior alta entre os 30 países pesquisados. E uma pesquisa da Oracle em 11 países mostrou que 84% dos funcionários brasileiros consideram que suas empresas precisam fazer mais para proteger a saúde mental. O que as pequenas empresas podem fazer? Para construir um ambiente saudável, uma empresa precisa de métodos, planejamento, esforço e tempo. Trata-se de um ativo que faz diferença no rendimento e na qualidade de vida dos colaboradores e, consequentemente, nos resultados da empresa. Algumas ações podem ser realizadas para diminuir o impacto dos distúrbios psicológicos na empresa. A primeira deve ser demonstrar preocupação com a saúde e a integridade psicológica dos trabalhadores. É preciso trocar ideias, dialogar e idealizar projetos para solucionar problemas e cuidar dos colaboradores. Por exemplo, você pode organizar uma agenda de conversas, buscando desenvolver a confiança. O papel do proprietário ou proprietária da pequena empresa pode ser decisivo nesse processo. Ele deve estar preparado ou aberto para buscar melhores soluções para a saúde mental dos trabalhadores. Outro ponto importante é buscar um clima organizacional saudável, favorecendo o melhor desempenho e aprimoramento das relações entre colaboradores. Isso pode diminuir os casos de transtornos psicológicos. O ambiente da empresa deve ser aberto e confiável, permitindo ao trabalhador expor questões e processos que estão acontecendo na empresa. Você pode realizar um mapeamento da situação para identificar pontos de atenção. Ter momentos de discussão e diálogo entre a equipe no dia a dia da empresa é fundamental. A comunicação entre liderança e liderados é fator que ajuda e até previne problemas relacionados à saúde mental. Caso seja viável para asua empresa, implemente um plano de saúde para os seus colaboradores. Esse é um benefício que pode contribuir para a prevenção da saúde mental. Pesquisa realizada pela Fractl, em 2021, indicou que cerca de 90% dos entrevistados passaram a dar mais valor a este benefício depois da pandemia. Quais são as principais causas de transtornos psicológicos no trabalho? As principais causas de transtornos psicológicos no trabalho estão relacionadas a altos volumes de trabalho ou a limitações de tempo. Além disso, exigências contraditórias, falta de clareza quanto ao papel a ser desempenhado e ausência de reconhecimento são fatores que influenciam na saúde mental das pessoas. Por fim, uma comunicação deficiente e uma cultura organizacional mal gerida também são causas de transtornos psicológicos no trabalho. Uma pesquisa da Occupational Safety and Health Association (OSHA) aponta as seguintes causas mais comuns de estresse relacionadas ao trabalho: 72% reorganização do trabalho ou insegurança; 66% extensos horários de trabalho ou volume de trabalho excessivo; 59% intimidação ou assédio no trabalho. Todos esses dados mostram que a saúde mental é uma discussão séria. A empresa que demonstra preocupação e cuidado, também mostra que se importa com as pessoas e com a sustentabilidade do seu ambiente de negócios. Lembre-se que a saúde dos colaboradores afeta diretamente o rendimento da organização. Para saber mais, leia os textos a seguir: ESG: o que é e qual é a importância? Saiba aqui! ESG possibilita rentabilidade para pequenos negócios inovadores.
Sat Oct 04 00:01:59 BRT 2025
Conheça as diferenças entre ambientes de inovação
Ambientes de inovação são espaços abertos que promovem o empreendedorismo, a tecnologia e a inovação. Além disso, eles articulam a conexão entre diversos atores do ecossistema de inovação como empresas, governo, instituições científicas, tecnológicas e de inovações (ICTs), agências de fomento e a sociedade. Esses ambientes focam no desenvolvimento de novos produtos e serviços, fomentam projetos inovadores, incentivam o networking e o estabelecimento de conexões e parcerias. Conheça alguns ambientes de inovação: Coworking É um espaço de trabalho compartilhado, com uma estrutura semelhante à de escritórios tradicionais, que se popularizou muito nos últimos anos. Tem recepção, acesso à internet, estações de trabalho e salas de reuniões, por exemplo. Negócios de diversos segmentos podem se instalar e se beneficiar de um coworking por conta do baixo custo, se comparado com os recursos necessários para se ter uma sede própria. Os coworking também oferecem planos de mensalidades acessíveis e flexíveis. É um ambiente mais plural e que abrange todo tipo de empresas, das tradicionais e sem foco em inovação até profissionais freelancers. Além de custo acessível, um dos seus principais benefícios é a oportunidade de fazer networking e promover conexões com outros negócios. Hub de inovação O hub de inovação também oferece espaço de trabalho compartilhado, com estrutura física similar ao coworking, mas com a diferença de ser focado em negócios com potencial de inovação. O hub funciona como uma vitrine para que projetos inovadores atraiam investidores e parceiros. Significa que em hub de inovação, todos os atores do ecossistema de inovação estão circulando e observando as startups presentes no ambiente. O objetivo principal é conectar startups com empresas maiores, instituições de ensino e pesquisa ou demais interessados em investir. Existe, ainda, a prática da inovação aberta, ou seja, os negócios colaboram entre si para criar e desenvolver soluções inovadoras. Incubadora de empresas É o ambiente mais indicado para startups que precisam de ajuda na gestão e na viabilidade e competitividade do negócio até terem condições de serem lançadas no mercado. As incubadoras oferecem apoio tecnológico, além de disponibilizar infraestrutura física, suporte gerencial, suporte para participação em editais de investimento, entre outros. O objetivo é facilitar a criação e o desenvolvimento de empresas que tenham como diferencial a realização de atividades voltadas à inovação. Aceleradora de negócios Ambiente ideal para alavancar o crescimento de startups. É um apoio baseado em conhecimento, capacitação, mentorias, network e plano de aceleração que propõe o desenvolvimento da operação. Dependendo do tipo de aceleradora ou do programa de aceleração, a ajuda ainda pode envolver aporte financeiro em troca de participação societária. É indicado para negócios em fase de amadurecimento, que já têm um MVP, com um modelo de negócio validado e potencial de crescimento. Parque tecnológico O parque tecnológico tem o objetivo de fomentar a ciência, a tecnologia e a inovação por meio de empresas que têm a tecnologia como base da operação. Esse objetivo é atingido através da conexão entre o ambiente acadêmico, empresas e o poder público. Para negócios em estágios mais avançados de desenvolvimento, os parques tecnológicos são uma ótima opção, porque oferecem uma estrutura física adequada de laboratórios, incubadoras, universidades, poder público e outras instituições que podem contribuir para o desenvolvimento de projetos inovadores. Vale ressaltar que cada ator tem um papel distinto e importante no processo. Laboratório aberto (open lab) É um ambiente para prototipagem e trabalho compartilhado com o objetivo de apoiar a implantação ou modernização de instalações em instituições de ciência e tecnologia (ICTs). O laboratório aberto possibilita aos alunos, startups e empresas tangibilizar seus projetos de pesquisa na forma de protótipos. Esses ambientes possibilitam a exploração criativa de ideias, o desenvolvimento de testes de conceito, protótipos e aplicações, além de estimular a cultura de compartilhamento e colaboração. De uso compartilhado e aberto a múltiplos públicos, o open lab é equipado com ferramentas e materiais de suporte, que permitem a fabricação rápida, flexível e de baixo custo. Conheça os diferentes tipos de ambientes de inovação Ambiente Público-alvo Objetivo Benefícios Coworking Negócios de maneira geral, profissionais liberais e freelancers. Compartilhar espaços de trabalho e promover conexões. Custo acessível, flexibilidade e networking. Hub de inovação Negócios com potencial de inovação. Promover conexões para o desenvolvimento de soluções inovadoras. Visibilidade dentro do ecossistema para atrair investidores e parceiros. Incubadora Startups em fase de ideação e validação. Facilitar a criação e estruturação de startups. Apoio técnico, gerencial e infraestrutura física. Aceleradora Startups em fase de operação, tração ou escala. Alavancar o crescimento de startups. Apoio técnico Parque tecnológico Empresas com tecnologia como base da operação. Negócios em estágios mais avançados de desenvolvimento. Contribuir para o desenvolvimento de projetos inovadores. Infraestrutura e aproximação com diversos atores do ecossistema. Open lab Empreendedores potenciais, pesquisadores e startups em fase de ideação. Explorar ideias criativas e tangibilizar projetos através de protótipos. Acesso a ferramentas e materiais para fabricação de protótipos com rapidez e baixo custo. As vantagens dos ambientes inovadores são muitas. Elas vão desde a geração de networking, colaboração, parcerias até a troca de conhecimento e maior potencial de crescimento. Você já está aproveitando os benefícios dos ambientes de inovação? Se você, empreendedor, ainda não está inserido em um ambiente de inovação, procure aquele que mais se adequa ao perfil da sua empresa e potencialize a chance de alavancar seu negócio. Para saber mais, escute o podcast a seguir: Ambientes de Inovação - Sebrae ES
Sat Aug 16 00:04:46 BRT 2025
Compliance no ramo de construção civil
Muito se fala sobre o Revit, pois escritórios de arquitetura e engenharia já tornaram esse software padrão em seus projetos. Vale ressaltar, porém, que esse é apenas um dos softwares da tecnologia BIM. Em português, BIM significa Modelagem da Informação da Construção. Além do 3D, essa tecnologia oferece uma compatibilização de projetos dentro do escritório ou na troca de informações, funcionando como uma simulação da construção. Assim, o processo construtivo se torna cada vez mais prático se trabalhado com a tecnologia BIM, já que todos do projeto podem ter acesso a informações precisas e detalhadas, sendo esse seu ponto mais positivo. Mas o modelo BIM depende de política, processos e tecnologias. Não basta ter um modelo e uma informação, é necessário saber o que fazer com essa informação e quais processos utilizar em cada momento. Compliance, no ramo de construção civil, tem sentido de obediência, retratando o cumprimento de leis e regras com a garantia de retornos mais éticos. E quais os princípios fundamentais da ética na construção civil? Transparência; Divulgação; Confidencialidade; Confiança; Responsabilidade técnica. Saiba mais: Ouça o episódio de podcast: O que é Compliance e quais os benefícios dele na construção civil.